Processos corrosivos: quais as melhores válvulas para cada área

A indústria, em sua grande diversidade de segmentos, possui trabalhos que demandam bastante atenção no uso de componentes de qualidade, visando garantir não só uma maior vida útil dos equipamentos, como total segurança para os envolvidos, especialmente quando tratamos de processos corrosivos.

Pensando nisso, neste post, listamos as principais características de quatro áreas de risco (extração de petróleo, gás, refinarias e petroquímicas), trazendo também o melhor uso de válvulas para esses setores. Acompanhe!

Produção de petróleo e gás

Poços de petróleo e de gás são instalações onde há o uso intenso ​​de válvulas, incluindo muitas de serviço pesado e de processos corrosivos. Embora os jatos de petróleo que expelem o líquido a muitos metros de altura sejam coisas só de filmes, a imagem ilustra a pressão potencial do líquido subterrâneo.

Em suas estruturas, uma combinação de válvulas e acessórios especiais é projetada para lidar com pressões acima de 10.000 psi. Embora raramente encontramos poços escavados em terra hoje em dia, a alta pressão é frequentemente encontrada em profundos poços no mar.

As válvulas usadas na extração de petróleo e gás

Por se tratar de processos corrosivos, projetos para esse tipo de trabalhos são, normalmente, dentro das especificações da API (Instituto Americano de Petróleo, que normatiza produtos para esse fim), como 6A. Modelos dessa classe são projetados para pressões extremamente altas, mas com temperaturas modestas. Assim, com essas características, os mais usados costumam ser as válvulas de gaveta e/ou globo especiais.

Ocasionalmente, fluidos como sulfeto de hidrogênio estão presentes na corrente bruta de petróleo. Esse material, também chamado de gás ácido, pode ser letal. Para vencer os desafios desse produto com segurança, devem ser usados materiais especiais ou técnicas de processamento de acordo com a especificação internacional NACE MR0175.

Refinaria e petroquímica

Instalações de refinaria são responsáveis ​​pelo maior uso de válvulas industriais, acima de qualquer outro segmento. Além disso, nessas áreas é onde mais encontramos fluidos com processos corrosivos e, em alguns casos, altas temperaturas.

Esses fatores determinam que suas válvulas deverão ser construídas de acordo com as especificações de projeto API, como API 600 (válvulas de gaveta), API 608 (válvulas esfera) e API 594 (válvulas de retenção). Por causa do trabalho severo da área, muitas dessas válvulas utilizam uma tolerância extra contra corrosão. Isso normalmente se reflete em maiores espessuras de parede, especificadas no projeto de construção.

As válvulas usadas em refinarias e petroquímicas

Praticamente podemos encontrar todo tipo de válvulas nessas áreas, entretanto, a onipresente válvula gaveta ainda é a que domina grande parte das instalações, apesar de outras estarem ganhando sua participação no mercado. Já o grupo de produtos chamados “quarto de volta” vem fazendo avanços bem-sucedidos nessa indústria. Nele, incluem-se válvulas borboleta de alto desempenho e válvulas esféricas com sede metálica.

Válvulas de retenção, globo e gaveta padrão ainda são encontradas em massa e, por causa de seu design simples e economia de fabricação, não vão desaparecer tão cedo.

As classificações de pressão para válvulas de refinaria variam desde a Classe 150 até a Classe 1500, sendo a Classe 300 a mais popular. Já entre os materiais mais comuns para sede, temos aços carbono grau WCB (fundido) e o A-105 (forjado).

Como vimos, cada área possui uma peculiaridade que precisa ser levada em conta no momento de escolher a melhor válvula para seus processos, especialmente quando tratamos de processos corrosivos e de alta pressão. Por isso, na hora de escolher algum modelo, conte sempre com a Casa das Válvulas, especializada no fornecimento de todo tipo de material! Entre em contato e agende uma reunião!