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Infraestrutura para a indústria mineral: desafios e oportunidades

Infraestrutura para a indústria mineral: desafios e oportunidades

O Brasil é um dos países com maior potencial de minérios do mundo, com geologia rica e abundante a ser trabalhada. Por esse motivo, a indústria mineral merece atenção quanto aos próximos desafios, no que se refere à infraestrutura e ao crescimento.

A mineração reflete positivamente na qualidade de vida dos cidadãos, exemplo disso é o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Nos municípios onde ocorre a mineração, o IDH é maior do que a média dos estados onde se localizam e superior, também, ao dos municípios onde não há essa atividade econômica.

Promover a ascensão socioeconômica da população é o cerne de qualquer política pública voltada a esse setor, levando em conta o planejamento, infraestrutura e a execução dos projetos voltados para o progresso do País. 

Políticas públicas de infraestrutura para a área de mineração 

Investimentos crescentes em exploração, implantação e ampliação de minas precisam estar alinhados com práticas sustentáveis, relacionadas ao meio ambiente, à saúde e à segurança do trabalho, assegurando também as condições do investidor.

A modernização das normas e leis direcionadas ao setor é necessária. Ao contrário de outras indústrias, a mineração, para ser implantada, precisa de recursos minerais compatíveis a locais em que ocorrem processos geológicos. Assim, muitas vezes os investidores do setor privado precisam interiorizar acessos, energia, entre outros, com recursos próprios, para permitir a implantação e a operação de uma mina. Sendo assim, há extrema necessidade de integração dos investimentos privados e públicos, em especial nas áreas mais remotas. 

Projetos viáveis, que estabeleçam logística de exportação e de importação e equacionem a necessidade de grande capacidade logística, o custo unitário e a multimodalidade, são caminhos para a superação de gargalos. 

Políticas de estímulo à criação de polos industriais nos grandes entroncamentos viários (ferrovias Norte-Sul e Leste-Oeste, por exemplo) e projetos adequados de conexão dos modais de transporte até os portos podem impulsionar inúmeros depósitos minerais de pequeno/médio porte, tornando-os economicamente viáveis. Neste contexto, a produção dos concentrados minerais e dos grãos agrícolas podem estimular a implantação de ferrovias.

Oportunidades – solo rico e novas tecnologias

O Brasil tem um dos solos mais férteis do mundo. Contudo, nosso potencial não é completamente explorado. Por exemplo, segundo o Instituto de Mineração Brasileiro (IBRAM), mais de 1,4 milhão de km² correspondentes a 150 km das fronteiras brasileiras têm restrições à atividade mineral. 

Dessa forma, inúmeros depósitos minerais ainda podem ser trabalhados, desde que o façam com responsabilidade ambiental e lucro justo aos investidores e ao País.

Em 2019, o Ministério de Minas e Energia (MME) autorizou o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) a colocar em licitação áreas destinadas à pesquisa mineral em Tocantins, o que demonstra a movimentação da indústria mineral para políticas públicas de desenvolvimento regional e geração de empregos e renda. Logo, ações são planejadas para fomentar o setor, que passa por transformações.

E sobre novos ares para o segmento, podemos citar as seguintes tendências: 

  • Digitalização: por meio de programas específicos para área de mineração, que analisem o desempenho e a segurança das atividades exercidas. As informações fornecidas permitem o desenvolvimento de estratégias, facilitando o fluxo de informações;
  • Investimento em segurança cibernética: aumento de maquinário automatizado e acesso remoto, com segurança digital compatível;
  • Procura por equipamentos com recursos cada vez mais modernos: qualidade fornecida pelos melhores fabricantes do mercado

Estas são evidências da Indústria 4.0, ou Revolução Industrial, que chega à mineração com a ampla utilização de redes sem fio, interligação entre computadores e softwares e o compartilhamento de informação em tempo real. E é nesse ponto que a Expo & Congresso Brasileiro de Mineração (EXPOSIBRAM), a maior feira do setor, trouxe em 2019 tecnologia, equipamentos, softwares e outros produtos ligados à indústria mineral, além de dados sobre investimentos e gestão. 

O Congresso, que aconteceu em paralelo à feira, contou com palestras e debates sobre o contexto político e socioeconômico global, bem como as perspectivas dos negócios para as próximas décadas, anunciadas pelas mineradoras. 

Válvulas, componentes imprescindíveis para a mineração

A Casa das Válvulas compreende a importância da mineração para o País e com o fortalecimento de novas parcerias no setor, torna-se parte dessa cadeia, lidando com o aperfeiçoamento de válvulas especiais, principalmente para polpas abrasivas e trabalhos severos.

Componentes imprescindíveis nesta indústria, agem no transporte do minério entre seus estados (sólidos e líquidos), facilitando assim a produção. Com os acidentes recentes de rompimento de barragens no país, a busca de dados e procedimentos legais de estabilidade e segurança tornou-se pauta constante, com uma postura mais consciente e escalável à indústria mineral.

A Casa das Válvulas tem o compromisso de trazer melhor performance, desempenho e segurança a esse segmento, participando mais uma vez na Exposibram com seu rico portfólio de válvulas e conexões.

“Vem muita novidade nesse evento. Muito networking, inovação e sustentabilidade para dar suporte ao setor, no esforço de que acidentes em barragens de resíduos não aconteçam mais. Nós, da Casa das Válvulas, estamos inseridos nesse objetivo, fornecendo o melhor em válvulas e conexões, e construindo, com nossos novos parceiros, um segmento mais seguro”, contou João Mauro, diretor da Casa das Válvulas.     

Saiba mais, consulte nosso time.

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