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Construção civil: como as válvulas atuam por trás dos bastidores

Construção civil: como as válvulas atuam por trás dos bastidores

Complexos e meticulosos, os projetos de Construção Civil exigem muita organização, eficiência e segurança. Mão de obra especializada, equipamentos, materiais, máquinas e, acima de tudo, vidas: todos esses elementos estão envolvidos em um projeto de uma obra.

Nesse contexto, a escolha e o dimensionamento ideal das válvulas do seu projeto são fundamentais.

Para essa realidade ficar mais acessível ao entendimento, faremos uma analogia com o organismo humano: enquanto as tubulações representam as veias, as válvulas gerenciam o fluxo de fluidos vitais, como o sangue.

A construção de um grande edifício é similar, com sistemas intimamente interligados por tubos e conexões que transportam água, gás, entre outros componentes. Às válvulas cabe a importante missão de controlar o tráfego dessas substâncias, bloqueando ou regulando sua passagem.

Válvulas em ação

O mercado de válvulas é um universo de possibilidades. É muito interessante atentar-se ao quão elas são imprescindíveis no dia a dia. Um exemplo básico são as válvulas hidráulicas, que interrompem a passagem de água, seja no chuveiro, na pia ou na máquina de lavar de nossas casas.

Durante uma construção, a seleção das válvulas segue a regra: a designação do tipo é relacionada à sua funcionalidade e ao ambiente de ação. Os fluidos que correm nos mais diversos tipos de válvulas podem ser água, gás, ar, polpa de minério, esgoto, entre outros.

Esses componentes são determinados por dois grupos: as de bloqueio e as de regulagem.

As válvulas de bloqueio (ON/OFF) são aquelas que interrompem fluxos. Funcionam completamente abertas ou fechadas. Podem ser dos modelos: gaveta, macho, esfera e guilhotina.

Já as de regulagem controlam o fluxo e podem trabalhar em qualquer posição parcial. Geralmente têm diâmetro nominal menor que a tubulação. Seus tipos abrangem globo, agulha, controle, borboleta e diafragma.

Importante atentar que válvulas borboleta e de diafragma, embora de regulagem, trabalham bem como de bloqueio também.

Dos bastidores ao protagonismo

Em grandes edifícios, a precisão milimétrica e o controle de risco precisam estar alinhados, desde sua concepção. Sendo assim, vamos falar sobre o protagonismo das válvulas nos setores de combate a incêndio, sistema de água potável e sistema de refrigeração de ar.

  • Válvulas contra incêndio

Do ponto de vista de sobrevivência, o sistema de incêndio é prioritário em uma obra. Para ser eficaz, ele deve ser confiável e ter pressão suficiente.

O projeto e instalação de sprinklers contra incêndio (sistema automático de água, que remete à norma brasileira NBR 13.714/200), por exemplo, inclui válvulas gaveta, com abertura rápida, por seu funcionamento em urgências.

As válvulas para essa finalidade são de retenção ou regulagem, também conhecidas como dilúvio. Feitas de bronze, algumas têm detectores elétricos e são combinadas aos sistemas de pressão e segurança. Agem após a detecção de aumento de temperatura ou fumaça, imediatamente.

  • Válvulas para água potável

A água limpa é imprescindível, seja para beber ou, em países em que não utilizam da tecnologia de reuso, em instalações sanitárias, além de uma série de outras utilidades. Funciona nos edifícios por bombeamento, com pressão definida a partir do tamanho do prédio.

A quantidade do teor máximo de chumbo (o bronze fundido é usado para fazer válvulas) nos componentes dos sistemas de tubulação, incluindo válvulas, é de 0,25% em peso. Essa medida remete justamente ao rigor contra contaminação.

Também há a tecnologia de prevenção de refluxos dos encanamentos, nos quais as válvulas de retenção protegem a integridade da água contra qualquer sobrepressão, jusante ou montante.

  • Válvulas para ar-condicionado

Geralmente, em sistemas de refrigeração de ar predial, são usadas válvulas de controle, globo ou esfera e, como nos outros casos, a escolha depende do aval do engenheiro civil responsável pela obra.

Podem ser de alumínio ou PVC. O tamanho do edifício definirá a opção da tubulação:  central ou de distribuição.

Tubos e conexões

Parceiros ativos das válvulas, os tubos (as veias na nossa analogia do início do texto) e as conexões roscadas e soldadas precisam de instalações que tragam segurança, resistência e inteligência em uma obra para todos os sistemas que citamos anteriormente: contra incêndio, de água potável ou de condicionamento de ar.

Assim como no caso das válvulas, os tubos e conexões seguem a mesma premissa: é necessário que sejam compatíveis aos dos fluidos que vão transportar.

A linha Tupy Grooved, da Tupy, empresa parceira da Casa das Válvulas, é um exemplo de atuação deste segmento.

Essa linha de conexões roscadas oferece montagem rápida, o que representa prática instalação e a não obrigatoriedade de ferramentas especiais para o processo. A Tupy Grooved  é ideal para fluidos líquidos e na aplicação de sistemas contra incêndio.

Inteligência principal

Mesmo que as válvulas, aparentemente agentes de bastidores, mas com ação protagonista, estejam no controle da obra, sua inteligência artificial depende de um comando maior: do ser humano.

Sendo assim, qualquer projeto que envolva uma construção precisa das orientações de profissionais qualificados e técnicos. Eles vão determinar a escolha adequada nesse verdadeiro universo.

Conexões roscadas e soldadas, que têm a finalidade de interligar as tubulações, incluindo válvulas, precisam da aprovação dos órgãos reguladores e do aval de um profissional qualificado.

Engenheiros têm a responsabilidade de firmar seus projetos com base nas especificações da Associação Brasileira de Normas Técnicas, a ABNT e da Organização Internacional de Normalização, a ISO (ou International Organization for Standardization, em inglês).

A Casa das Válvulas tem um portfólio rico nos mais diversos tipos de válvulas tubulações, assim como uma equipe técnica eficiente que ajudará a sua obra alcançar a excelência e segurança necessárias.

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