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Projeto de segurança: modos de falhas nas válvulas gaveta

Projeto de segurança: modos de falhas nas válvulas gaveta

Prever e monitorar possíveis falhas de segurança na indústria são questões de sobrevivência da produção e um projeto adequado evita erros que podem gerar grandes prejuízos.

Esses prejuízos abrangem meio ambiente, reputação da empresa, investimentos de capital e vidas. Por esse motivo, essa é uma área que apresenta constante pesquisa e aprimoramento, com todo o suporte que a automação e a tecnologia podem oferecer.

Os projetos de segurança estão estrategicamente localizados em todas as refinarias químicas, usinas hidroelétricas, entre outras instalações.

Nesse contexto, é necessário estar atento às falhas que podem ocorrer nas válvulas gaveta.

As válvulas gaveta e sua atuação na indústria

As válvulas gaveta são aplicadas em diversas situações na indústria. Seu acionamento é similar ao de uma gaveta de armário: o disco penetra no fluido, o bloqueia, assim como sai do fluido, permitindo sua fluidez. Daí a origem do nome.

Portanto, essas válvulas trabalham como bloqueadoras. Ficam sempre na posição aberta ou fechada em sistemas de água ou líquido bruto.

Dentro de sistemas projetados à prova de falhas, essas válvulas devem estar em completa sintonia com o equipamento. A partir de uma perspectiva de atuação e controle, esses componentes são categorizados pelo método, que pode ser de haste rotativa e ascendente.

Como cada sistema tem características operacionais singulares para aplicações preferenciais, as válvulas precisam ser adequadas sempre às aplicações, resultando em um fluxo controlado e preciso.

Possíveis falhas das válvulas gaveta

Podemos citar três focos de falhas nas válvulas gavetas:

Falhas de abertura ao permitir o fluxo, próximas ao impedimento do fluxo e na última posição da válvula.

As duas primeiras opções são as de abertura e fechamento, chamadas de ativas. A terceira é uma posição de falha passiva.

Nesse caso, o profissional técnico provavelmente especificará a posição da falha, com a intenção de controlar o processo. Essa capacidade de prever o comportamento e o fluxo de um processo durante a falha é de grande valia em cenários onde o alívio de pressão é crítico para a integridade do sistema.

Em muitos casos, a disponibilidade de eletricidade, o ar e o fluido hidráulico pressurizados determinam o método de atuação usado, para obter uma posição de falha.

Segundo artigo técnico de Aneil Ali, da Automation Technology LLC, empresa do Reino Unido, publicado na Valves Magazine, o engenheiro tem cinco opções ao considerar uma solução de atuador de válvula:

– Multi-turn elétrico com fonte de alimentação auxiliar;

– Diafragma com mola;

– Pistão de mola;

– Diafragma de dupla ação com tanque de armazenamento de energia;

– Pistão de dupla ação com tanque de armazenamento de energia.

Os sistemas precisam ser capazes de armazenar energia potencial para ajudar a alcançar uma posição de falha ativa. Baterias de chumbo-ácido, supercapacitores e geradores de backup são componentes auxiliares do conjunto válvula/atuador.

Os geradores de backup também são uma fonte confiável de fornecimento de energia aberta para monitoramento contínuo, segundo o especialista. Eles fornecem um único ponto de alimentação de reserva que pode ser localizado centralmente, atendendo a vários atuadores de válvula.

Sendo assim, o profissional responsável geralmente é encarregado de especificar uma combinação otimizada de cenário de falha, considerando também peso, tamanho do equipamento, segurança, materiais e confiabilidade do sistema.

A Casa das Válvulas tem sólido conhecimento desse mercado, além da expertise em válvulas e sistemas e equipamentos hidráulicos industriais. Atendemos a projeto de segurança com demandas específicas e em curtos prazos. Agende uma reunião conosco!

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